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    O salário dos profissionais da Saúde vai sofrer um aumento significativo

    Março 28, 20224 Mins Read

    Leonardo Inocêncio explicou que, com essas alterações, o médico de serviço, sendo o escalão máximo de categoria, passa a ter como salário líquido mais de um milhão de kwanzas e o de especialidade mais 800 mil kwanzas.

    O secretário de Estado da Saúde para a Área Hospitalar referiu que as partes não chegaram a acordo sobre a exigência de até dois milhões de kwanzas, por certas razões.

    Mas, o responsável avançou que os médicos beneficiaram de um aumento global da Função Pública, como o aumento de seis por cento, abrangentes a outras estruturas do Ministério da Saúde, incluindo os subsídios de atavio, de risco biológico e compensação, que chegam até 60%.

    A questão salarial, referiu, foi também acrescida com o aumento 192 horas de banco, sendo que anteriormente era de 62 horas. “Consideramos um ganho importante, porque vai fazer jus àqueles que, por uma ou outra razão, durante o seu percurso faziam seis bancos por mês, sem merecer remuneração”, explicou.

    Além da questão salarial, Leonardo Inocêncio fez referência à questão do reenquadramento do médico Adriano Manuel, que tem apenas pendente a retirada do processo judicial que o mesmo impôs junto dos tribunais.

    Outra situação é a melhoria das condições, assistência e outras acções a nível do sector. “Sabemos que têm-se feito um esforço grande para melhoria, que até tem merecido atenção especial do Presidente da República, concretamente com financiamento da construção de novas infra-estruturas e o aumento de recursos humanos, que permitiram a realização de dois concursos públicos, nos últimos tempos.

    O secretário de Estado revelou também que o Executivo tem investido na compra de medicamentos e equipamentos, cumprindo assim com os três eixos fundamentais da Saúde, entre os quais, a melhoria da assistência médica e medicamentosa para a população.

    Acrescentou que o combate a má nutrição, redução da mortalidade materno infantil, abordagem das grandes endemias, como a malária, VIH, tuberculose e outras através das determinantes da Saúde.

    Leonardo Inocêncio disse que pela primeira vez, mais de dois mil médicos estão a ser formados em pós-graduação. Indicou que a mudança da carreira médica, que deu resultado a um internato por via directa, é uma acção concreta desta natureza que tem sido explicada aos profissionais do sector.

    “O orçamento da Saúde é descentralizado, existem acções que são de nível nacional, provincial e municipal. O Executivo tem feito um trabalho em conjunto para que tudo se resolva. O que preocupa, é que a cada reunião, os pontos são alterados, é preciso que os pontos no caderno reivindicativo sejam fixos e não mudados constantemente”, alertou.

    Levantamento da greve

    Em função desse entendimento entre as partes, o secretário de Estado acredita que a greve dos médicos, iniciada na segunda-feira, pode ser levantada, caso haja bom senso da parte do Sindicato.

    O secretário de Estado realçou que no encontro foram abordados aspectos importantes do caderno reivindicativo, mas conseguiu-se em conjunto com os Ministérios das Finanças, da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, da Saúde e o Sindicato chegar a um consenso.

    Defendida criação de fundo

     

    O presidente do Sindicato dos Médicos, Adriano Manuel, em entrevista à Rádio Nacional de Angola, defendeu ter um salário base condigno, uma vez que os subsídios só têm razão de ser quando se estiver a trabalhar.

    “Se estivermos doentes, o subsídio é retirado, principalmente os das horas acrescidas e de acompanhamento de internos. Por isso, achamos que o salário base é que tem de ser mudado, o que Governo apresenta apenas faz contas com as 192 horas, que nem todo o mundo vai fazer”, esclareceu.

    Adriano Manuel explicou que quando o Sindicato apresentou a proposta da alteração das horas, era referente aos que trabalham em zonas recônditas, porque faziam mais do que sete bancos por mês, auferindo um salário não correspondente às 192 horas.

    O sindicalista reconhece que o Governo, por via do Orçamento Geral do Estado, não vai resolver o problema da Saúde. Por isso, propôs que deve encontrar outras fontes de financiamento, através do petróleo, onde se pode tirar 1% das receitas e colocar num fundo da Saúde.

    Realçou que o seguro obrigatório, também, pode ser resolvido, se cada cidadão for descontado no salário. Outra solução levantada por Adriano Manuel está relacionada com as empresas públicas, que podem tirar do seu rendimento alguma coisa para beneficiar o referido fundo da Saúde.

    Fonte: https://www.jornaldeangola.ao/ao/noticias/salario-do-pessoal-da-saude-conhece-melhorias-em-breve/

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