Kibabo abre mais 10 lojas para criar dois mil empregos

O Grupo Kibabo pretende, até ao final deste ano, abrir mais 10 lojas em Luanda e totalizar 2.000 empregos directos criados, somando mais 300 aos actuais 1.700 colaboradores.

Os dados foram partilhados há dias, no distrito urbano da Maianga, na abertura de mais um mini Kibabo, que perfaz 11 deste tipo de lojas de proximidade e 30 unidades ao todo, incluindo os supermercados, pelo director executivo do grupo, Pedro Mateus.
“Queremos fechar 2022 com 40 lojas e um total de 2.000 colaboradores. Depois disso, consolidada a nossa presença na capital do país, iniciaremos noutras províncias”, disse.

Pedro Mateus disse ao Jornaldeangola, que a partir do próximo ano, a rede de Supermercados Kibabo inicia a expansão pelo país, com foco às províncias de Benguela e Huíla, utilizando a entrada inicial destes mercados das lojas da Equivalenza, marca detida pelo grupo.
Investimento em Talho
A loja número 30 do Kibabo gerou 40 novos empregos.
A grande novidade mesmo é do primeiro Talho, que inclui Peixaria, em toda a rede de lojas Kibabo.

“Temos aqui pela primeira vez um talho nas lojas Kibabo. Queremos servir com o melhor que temos e mais ainda por via da promoção dos nacionais”, afirmou Pedro Mateus.

O responsável explicou que “carnes nacionais, peixe e mariscos passam a estar à disposição com a regularidade que caracteriza o grupo”.
Mais empregos Amélia Fernandes, operadora de caixa, estava muito tempo desempregada. Ingressar, agora, no Kibabo, é uma oportunidade que a deixa radiante.

Disse que vai atender os clientes com o respeito e a qualidade que se exige.
Já Zurema Marçal, também operadora de caixa, partilha do mesmo sentimento e reconhece ser uma abertura aos jovens para que ganhem dinheiro honesto, mas, também, contribuam para o bem do país.
Adelaide Francisco, outra atendedora, que conseguiu emprego na nova loja, espera por mais lojas para mais empregos e mais jovens admitidos.

A nova loja, a terceira no distrito urbano da Maianga, está na Rua Aires Menezes e vai funcionar com dois turnos de 20 trabalhadores cada. O corte da fita inaugural coube ao administrador do Distrito Urbano da Maianga, José de Oliveira Bastos.

Fonte: Jornal de Angola

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